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Júri de caso que chocou MT terá acesso limitado, proibição de celulares e segurança reforçada

Fonte: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Júri de caso que chocou MT terá acesso limitado, proibição de celulares e segurança reforçada
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A 3ª Vara da Comarca de Nova Mutum definiu regras rigorosas para o acesso do público ao Tribunal do Júri que julgará dois irmãos acusados pela morte de Raquel Cattani. O julgamento está marcado para o dia 22 de janeiro e será presidido pela juíza Ana Helena Alves Porcel Ronkoski.

As medidas foram adotadas em razão da grande repercussão do caso e têm como foco garantir a segurança, a organização da sessão, a imparcialidade dos jurados e o respeito à dignidade da vítima. O plenário possui capacidade máxima para 60 pessoas, com acesso controlado e dividido entre familiares, público em geral e imprensa.

Do total de vagas, 25 serão destinadas a familiares e pessoas próximas da vítima e dos réus. Para isso, é necessário encaminhar ao gabinete da Vara, até as 14h do dia 20 de janeiro de 2026, uma lista com nome completo, CPF e comprovação do vínculo.

Outras 25 vagas serão destinadas ao público em geral, com inscrições realizadas exclusivamente via WhatsApp até o mesmo prazo. Caso a procura supere o número de vagas, será feito sorteio para definir os participantes.

Durante a sessão, será proibido o uso de celulares, notebooks, gravadores e outros aparelhos eletrônicos no interior do plenário, com exceção da magistrada, advogados, servidores e profissionais diretamente ligados ao processo. A medida atende à norma do Conselho Nacional de Justiça.

O acesso será fiscalizado pela Polícia Militar, com uso de detectores de metal. Também estão vetadas manifestações públicas de autoridades durante o julgamento, a fim de evitar qualquer interferência. A segurança contará ainda com apoio da Coordenadoria Militar do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Relembre o caso:

Raquel Cattani era produtora rural em Nova Mutum e foi assassinada a facadas dentro de casa, em 18 de julho de 2024. A denúncia aponta que um dos réus é o autor direto do crime, enquanto o outro é acusado de ter planejado o homicídio. O caso teve ampla repercussão em Mato Grosso e gerou forte comoção social.

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