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Emplacamentos de veículos iniciam o ano com crescimento de 7,4%

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Emplacamentos de veículos iniciam o ano com crescimento de 7,4%
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Emplacamentos crescem em janeiro, mesmo com menor número de dias úteis na comparação com o mesmo mês do ano passado

O mercado iniciou 2026 com alta relevante dos automóveis e comerciais leves híbridos, com 49,8% acima do mesmo mês de 2025

De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o mercado de veículos começou o ano de 2026 com trajetória positiva. Em janeiro, o setor registrou crescimento de 7,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado, mesmo contando com um dia útil a menos. Na comparação com dezembro de 2025, houve retração típica do primeiro mês do ano, reflexo da sazonalidade do período de férias e do menor ritmo da atividade econômica.

Para o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, o desempenho reforça a resiliência da demanda brasileira por veículos novos, ainda que o ambiente de crédito siga mais restrito em função das taxas de juros elevadas. “O resultado confirma que o setor inicia 2026 com bases consistentes. Mesmo com menos dias úteis na comparação anual, observamos crescimento real do mercado, o que demonstra manutenção da demanda”, avalia.

O mercado iniciou 2026 com alta relevante dos automóveis e comerciais leves híbridos, com 49,8% acima do mesmo mês de 2025. No total, foram 19.170 emplacamentos em janeiro, o que comprova o aumento da diversidade de modelos no país e a demanda por esse tipo de veículo entre os consumidores, segundo o presidente da Fenabrave. Já entre os elétricos puros, o crescimento percentual sobre o mesmo mês de 2025 foi ainda maior, de 122,4% totalizando 8.221 unidades em janeiro.

A maior queda foi registrada no segmento de caminhões, que caíram 30,1% em relação a janeiro de 2025. O mercado de caminhões iniciou o ano em retração, ainda sem refletir o impacto do Programa Move Brasil, que deverá trazer crescimento nos próximos meses, considerando o aporte de R$ 10 bilhões do governo federal neste primeiro semestre. 

desempenho do segmento está diretamente ligado ao nível de atividade econômica, ao comportamento do agronegócio e ao custo do crédito para aquisição de veículos pesados e, com o Move Brasil, esperamos uma retomada nos emplacamentos, principalmente, entre os caminhões pesados, que representam 45% do mercado”, explica Arcelio Junior.

Fonte: amanha.com.br/categoria/economia

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