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Policial militar é preso após agredir companheira em estacionamento de supermercado – veja vídeo;

Fonte: TERRA MT DIGITAL
Policial militar é preso após agredir companheira em estacionamento de supermercado – veja vídeo;
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Uma ocorrência registrada na noite deste domingo, 22 de fevereiro, no estacionamento do Supermercado Sempre Tem, no bairro Jardim Camburi, em Vitória (ES), expôs mais um caso de violência doméstica envolvendo agentes da segurança pública. Os envolvidos são dois policiais militares do Espírito Santo: o soldado Marcelo Ramos Araújo e a soldado Emylly Santos Rodrigues Ramos.

De acordo com informações repassadas pela equipe da RP 5118, a guarnição foi acionada para atender a uma denúncia de briga no local. Ao chegar, os policiais constataram que Marcelo, visivelmente alterado, agredia a própria companheira.

Testemunhas e seguranças relataram que ele teria lançado a vítima ao chão e desferido golpes contra a cabeça dela.

Resistência e uso da força

Ainda conforme o registro, durante a tentativa de intervenção, os militares deram ordem de parada, mas o suspeito teria reagido com resistência, empurrando os agentes e proferindo ameaças. Diante da situação, foi necessário o uso progressivo da força, com bastão e spray de pimenta, para contê-lo.

Com a chegada de novas guarnições para apoio, a tensão aumentou. Durante a tentativa de algemá-lo, Marcelo teria desferido um soco no rosto de um sargento, causando danos aos óculos do policial. Segundo o boletim, quatro militares foram necessários para imobilizá-lo.

Relato de agressões recorrentes

Emylly, que apresentava lesões aparentes, relatou que as agressões e ameaças seriam recorrentes. Segundo ela, o companheiro exerceria controle financeiro e fazia ameaças de morte ou de provocar lesões permanentes, inclusive por meio de mensagens enviadas pelo WhatsApp.

A policial manifestou interesse em representar criminalmente contra o agressor e solicitar medidas protetivas.

Marcelo foi conduzido à Delegacia Regional de Vitória para os procedimentos cabíveis. A arma funcional de Emylly foi recolhida de forma preventiva.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil do Espírito Santo e também pode resultar na abertura de procedimento administrativo interno na Polícia Militar do Estado.

A ocorrência reforça o alerta sobre a gravidade da violência doméstica, inclusive quando envolve agentes armados e treinados para atuar na segurança pública.

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