Polícia Civil prende mais um suspeito de integrar quadrilha que furtava medicamentos emagrecedores em farmácias
Mais um suspeito de integrar uma quadrilha especializada em furtos de medicamentos emagrecedores em farmácias da região metropolitana foi preso pela Polícia Civil, na noite de quinta-feira, 5 de março, em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG).
Em menos de uma semana, este é o segundo suspeito preso por envolvimento nos crimes, atuando no apoio logístico ao grupo criminoso.
A prisão ocorreu após investigações iniciadas a partir do furto mediante arrombamento registrado na madrugada de quarta-feira (4), em uma farmácia localizada no bairro Centro Sul, em Várzea Grande. Na ação, os criminosos invadiram o estabelecimento e furtaram dinheiro e medicamentos de alto custo, entre eles canetas emagrecedoras avaliadas em mais de R$ 25 mil.
Antes do crime, o grupo ainda teria tentado invadir outra drogaria, no bairro Goiabeiras, em Cuiabá, mas desistiu após o disparo do alarme do local.
Com base em imagens e informações colhidas durante a investigação, os policiais identificaram que três criminosos participaram da ação, sendo que um deles estava armado.
As diligências também levaram à identificação do veículo utilizado no crime, pertencente a uma locadora e alugado desde dezembro de 2025 pelo suspeito preso. Ele seria responsável por dar suporte logístico, levando os comparsas aos locais e aguardando nas proximidades para facilitar a fuga e alertar sobre eventual aproximação policial.
O suspeito foi localizado ainda com o veículo utilizado nos crimes. Durante a abordagem, ele tentou resistir à prisão e arremessou o celular ao chão, na tentativa de destruir possíveis provas.
Ele foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante pelos crimes de furto qualificado, fraude processual, desobediência e resistência, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
Segundo a delegada titular da Derf-VG, Elaine Fernandes, o preso é um criminoso contumaz na prática de furtos qualificados e atuava na parte logística das ações, alugando veículos para os crimes.
“Além do prejuízo financeiro às empresas, esse tipo de crime também representa risco à saúde pública, já que os medicamentos podem ser armazenados de forma inadequada ou vendidos sem prescrição médica”, destacou a delegada.
As investigações continuam para identificar e prender outros integrantes do grupo criminoso.
