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Como a China tornou-se um gigante da tecnologia

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Este será um dos temas abordados pelo colunista Milton Pomar em curso online coordenado pela Unesp

Na foto, Pomar (à esquerda) em visita ao Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional (Ccpit) de Hubei, província-irmã do Rio Grande do Sul. Ele foi recebido por Liu Jinghua, diretor do Ccpit, órgão equivalente à APEX brasileira

Titular da coluna e do blog Conexão Ásia, em AMANHÃ, o professor e geógrafo Milton Pomar ministrará um curso que explicará como a China tornou-se um gigante da tecnologia. A formação online, que tem por título “China, 1980-2050: das reformas e abertura à maior potência tecnológica”, será ministrada em cinco encontro ao longo de 18 horas. As aulas abordarão os principais aspectos da trajetória chinesa contemporânea, como história, política, economia, cultura, ciência e tecnologia, comércio exterior e relações Brasil-China. Os encontros serão nos dias 25, 26, 27, 30 e 31 de março em dois turnos: das 18h30 às 20h30 e das 20h40 às 22h20. A inscrição custa R$ 250 e pode ser feita aqui. A iniciativa integra as celebrações do “Ano da Cultura Brasil-China 2026”, assim definido pelos governos dos dois países e também marca uma homenagem ao 18º aniversário do Instituto Confúcio na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo (SP).

Pomar atua profissionalmente a nível nacional desde 1980, no exterior a partir de 1990, e com a China de 1997 em diante. É embaixador da amizade Shandong-Brasil e assessor especial da província de Liaoning. Ele também tem mestrado nas áreas de estado, governo e políticas públicas pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso). Também é autor do livro “O sucesso da China socialista – 1949-2025”, editado pela Insular. “Quanto melhor conhecermos as características culturais dos parceiros, mais negócios acontecerão, mais infraestruturas serão construídas e maior será a renda per capita. E quanto maior o poder de compra, melhor a qualidade de vida”, recomenda Pomar, ao destacar a importância da relação entre Brasil e China justamente no ano que se comemora a cultura das duas nações.

Fonte: amanha.com.br/categoria/economia

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