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Justiça nega prisão domiciliar a mãe que violou tornozeleira 667 vezes e assaltou açougue em MT

Fonte: g1 MT
Justiça nega prisão domiciliar a mãe que violou tornozeleira 667 vezes e assaltou açougue em MT
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A Justiça de Mato Grosso negou o pedido de prisão domiciliar de Thalyta Adassa Alt Fernandes, após a ré descumprir o monitoramento eletrônico 667 vezes. A decisão foi assinada pelo desembargador Orlando de Almeida Perri no último dia 10 de fevereiro.

Segundo o processo, Thalyta havia sido colocada em prisão domiciliar em 2023, mas acumulou centenas de violações, distribuídas ao longo de vários meses. Durante esse período, ela também voltou a cometer crimes e acabou condenada por um assalto a um açougue em 2024, que gerou prejuízo superior a R$ 10 mil ao estabelecimento. Com as novas condenações, a pena total foi unificada em 44 anos de reclusão.

A defesa solicitou o retorno da prisão domiciliar, alegando que a acusada é mãe de um recém-nascido e de outras crianças menores de 12 anos, que dependem de seus cuidados. No entanto, o magistrado entendeu que a conduta da ré demonstra incompatibilidade com o benefício, destacando o “volume expressivo de descumprimentos” e a reincidência criminal.

Diante disso, o pedido foi negado, e Thalyta permanece em regime fechado, à disposição da Justiça.

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