Bem-vindo(a). Hoje é
Mais previsões: Tempo Lisboa

Emplacamentos fecham bimestre em alta

Fonte:
Emplacamentos fecham bimestre em alta
Publicidade 12
Compartilhe!

Fevereiro teve alta nominal de 2,2% sobre o resultado do mês anterior

O acumulado anual já soma 741.629 emplacamentos, com destaque para a boa performance de motocicletas

O mês mais curto do ano registrou alta nos emplacamentos de veículos novos no Brasil. De acordo com levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), os números de fevereiro cresceram 4,1% na comparação com o mesmo período de 2025. Em dados, foram 374.931 unidades contra 360.061. Isso se deve aos emplacamentos de automóveis e comerciais leves, que alavancaram 8,8% em fevereiro, e de implementos rodoviários, com 15,3% a mais, na comparação com janeiro.

No primeiro bimestre do ano, o resultado foi positivo, se comparado ao mesmo período de 2025, com 5,7% de crescimento somando-se todos os segmentos. O acumulado anual já soma 741.629 emplacamentos, com destaque para a boa performance de motocicletas e os números positivos de automóveis e comerciais leves. “O mercado segue demonstrando capacidade de adaptação e resiliência. Mesmo em um contexto de juros ainda elevados, observamos um consumidor ativo e os segmentos de maior volume reagindo de forma consistente”, avalia Arcelio Junior, presidente da Fenabrave. “Vale destacar, ainda, a grande evolução nas vendas diárias, uma vez que, mesmo com apenas 17 dias úteis, fevereiro registrou um desempenho nominal superior a janeiro”, frisa.

Os segmentos mantêm comportamento consistente no acumulado do ano, com desempenho positivo no mês. “De modo geral, observamos um consumidor mais criterioso, mas disposto a investir quando encontra boas condições e produtos alinhados às suas necessidades”, afirma o presidente da Fenabrave. “Cabe destacar também o programa Carro Sustentável, do governo federal, que, desde julho de 2025, aumentou em quase 25% os emplacamentos dos modelos incluídos na iniciativa”, completa Arcelio Junior. O segmento apresentou recuperação no mês, mas ainda acumula retração na comparação anual.

“O transporte de cargas é historicamente mais sensível às condições macroeconômicas. A decisão de investimento nesse segmento depende diretamente do custo do crédito e das expectativas em relação à atividade econômica, além de iniciativas de estímulo às vendas, como o programa Move Brasil”, analisa Arcelio Junior, citando o projeto do governo federal que foi lançado no início de janeiro para estimular a renovação da frota brasileira de caminhões. O Move Brasil deve disponibilizar R$ 10 bilhões em créditos, sendo que, até o momento, foram contratados R$ 4,2 bilhões. Os valores podem ser pleiteados até o dia 25 de maio.

Fonte: amanha.com.br/categoria/economia

Publicidade 13

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *