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Operação Paradoxo mira grupo de universitários suspeitos de tráfico em Cuiabá e Várzea Grande

Fonte: Assessoria | Polícia Civil-MT
Operação Paradoxo mira grupo de universitários suspeitos de tráfico em Cuiabá e Várzea Grande
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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 4 de março, a Operação Paradoxo para cumprir 15 ordens judiciais com o objetivo de desarticular um grupo criminoso formado por universitários e voltado ao tráfico de drogas na região metropolitana.

São cumpridos sete mandados de prisão e oito de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias, nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc), que identificou um grupo estruturado e estável, responsável pela comercialização de entorpecentes, especialmente em festas universitárias.

Conforme apurado, os suspeitos utilizavam a condição acadêmica para dissimular as atividades ilícitas e ampliar a rede de distribuição. A investigação apontou divisão de tarefas entre os integrantes, uso de aplicativos de mensagens para negociação e a distribuição sistemática de drogas sintéticas e outras substâncias ilícitas, com atuação integrada entre os dois municípios.

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil para 2026, dentro da Operação Pharus, vinculada ao programa Tolerância Zero Contra Facções Criminosas, do Governo do Estado.

Os investigados poderão responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico, conforme os artigos 33 e 35 da Lei nº 11.343/06. As investigações continuam, com análise do material apreendido, e novas fases não estão descartadas.

Paradoxo

O nome da operação faz referência ao contraste entre a formação acadêmica — associada ao desenvolvimento intelectual e profissional — e o envolvimento dos investigados com atividades criminosas estruturadas.

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