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Uso de IA para criar conteúdo sexual com imagens de estudantes é denunciado em Juína

Uso de IA para criar conteúdo sexual com imagens de estudantes é denunciado em Juína
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Um caso envolvendo o uso criminoso de inteligência artificial para criar conteúdos de teor sexual com imagens de estudantes passou a ser investigado em Juína. A denúncia foi tornada pública nesta quinta-feira, 12 de março, pela vereadora Luiza Boer (PL), por meio de suas redes sociais.

De acordo com a parlamentar, famílias de alunas que teriam sido vítimas da manipulação das imagens já procuraram a polícia e registraram boletins de ocorrência. Durante as primeiras diligências, aparelhos celulares foram apreendidos para análise.

Segundo as informações divulgadas, fotografias de meninas teriam sido alteradas com o uso de ferramentas de inteligência artificial e associadas a imagens e vídeos de conteúdo sexual. O material estaria circulando na internet e, em alguns casos, teria sido divulgado inclusive em plataformas voltadas para conteúdo adulto.

A vereadora relatou que manteve contato com o delegado responsável pela investigação, Marco Bortolotto Remuzzi. Conforme ele teria informado, o Núcleo de Inteligência da Polícia Civil de Mato Grosso já iniciou a extração de dados dos celulares apreendidos para identificar os responsáveis pela criação e disseminação do material.

Ao comentar o caso, Luiza Boer afirmou que decidiu se manifestar publicamente também por exercer a função de procuradora da mulher no município. Segundo ela, a intenção é dar apoio às vítimas e garantir que os responsáveis sejam responsabilizados.

A parlamentar destacou ainda que a situação evidencia um novo tipo de problema social relacionado ao avanço tecnológico, especialmente ao uso indevido da inteligência artificial para produzir conteúdos falsos e ofensivos.

Por fim, ela manifestou solidariedade às estudantes e às famílias afetadas e afirmou que continuará acompanhando o andamento das investigações.

A reportagem também entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) e com a Polícia Civil, que ainda não se manifestaram oficialmente sobre o caso.

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