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Caos em escola de Cuiabá: brigas, agressões a professores e falta de controle assustam

Caos em escola de Cuiabá: brigas, agressões a professores e falta de controle assustam
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Uma escola estadual localizada no bairro Tijucal, em Cuiabá, enfrenta uma rotina preocupante marcada por episódios de violência, desrespeito e falta de segurança dentro do ambiente escolar.

Denúncias apontam que a unidade tem registrado, de forma recorrente, brigas entre alunos, agressões contra professores e dificuldades no controle da disciplina.

Segundo relato de um denunciante, o clima de desordem se tornou frequente, com estudantes desrespeitando servidores e protagonizando conflitos constantes.

A situação se agravou na última sexta-feira (10), quando uma briga entre duas alunas desencadeou um tumulto generalizado. A confusão teve início no banheiro e rapidamente se espalhou para o pátio, onde dezenas de estudantes cercaram as envolvidas e passaram a incentivar as agressões.

Imagens registraram o momento em que as adolescentes trocam golpes, enquanto funcionários tentavam conter a situação.

Servidores da escola, entre professores e equipe de apoio, intervieram, mas enfrentaram dificuldades diante da grande quantidade de alunos e do cenário de descontrole.

Durante o tumulto, ao menos três professores foram agredidos com tapas.

Ainda conforme as informações, um policial chegou a intervir, mas não conseguiu conter imediatamente a confusão. A Polícia Militar de Mato Grosso foi acionada, porém houve demora no atendimento.

A presença de pais na unidade, após o ocorrido, aumentou ainda mais a tensão no local.

A denúncia também aponta a falta de agentes de pátio como um dos fatores que contribuem para o agravamento da violência. Casos semelhantes já teriam sido registrados ao longo do ano, incluindo agressões contra funcionários durante tentativas de apartar brigas.

Diante do cenário, a escola pode passar por mudanças estruturais, e há discussão sobre a possível implantação do modelo cívico-militar.

A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso foi procurada, mas até o momento não se manifestou sobre o caso.

 

 

Redação O Portal 163