Financiamento de veículos cresce no primeiro trimestre
Região Sul teve alta de 11,8%, ocupando a terceira colocação no ranking nacional
As vendas financiadas de veículos cresceram 12,8% no primeiro trimestre de 2026 na comparação com o mesmo período do ano passado. Ao todo foram concedidos créditos na compra de 1,8 milhão de unidades. A soma inclui automóveis leves, motos e veículos pesados, considerando novos e usados. Segundo o balanço feito pela Trillia, da B3, o número marca o melhor desempenho para um primeiro trimestre desde 2008, quando foram financiadas 2 milhões de unidades.
O avanço foi observado em todas as regiões do país no comparativo entre o primeiro trimestre de 2026 e o mesmo intervalo de 2025. O Nordeste liderou o crescimento percentual, com alta de 16,6%, seguido por 15,3% no Centro-Oeste, Sul (11,8%), Sudeste (11,7%) e Norte (9,4%). “Esse movimento reforça a trajetória observada ao longo do último ano e aponta um cenário mais favorável para o mercado automobilístico”, afirma o superintendente de produtos da Trillia, Daniel Takatohi.
De acordo com os dados, no acumulado de janeiro a março deste ano, a liderança dos financiamentos de veículos segue com os modelos usados, que contabilizaram 1,2 milhão de unidades, enquanto os veículos novos somaram 675 mil unidades. Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, houve crescimento tanto nos usados, com avanço de 12,2%, quanto nos novos, com alta de 14,1%. As motos somaram 510,6 mil unidades, um avanço de 18,1% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Os veículos pesados alcançaram 69,3 mil financiamentos, com aumento de 3,9% no mesmo período.
O Crédito Direto ao Consumidor (CDC), tradicionalmente oferecido por bancos e financeiras somou 1,6 milhão de unidades financiadas de janeiro a março, alta de 14,3% em relação ao mesmo período de 2025. O consórcio alcançou 261,9 mil unidades, com crescimento de 5,5%, enquanto as modalidades de leasing e outros tipos de financiamento registraram volumes de 12,3 mil e 10,3 mil unidades. Quando analisado o mês, março de 2026 registrou alta de 27,6% em relação a março de 2025.
Com ABR
Fonte: amanha.com.br/categoria/economia





