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Comércio cresce 0,5% e atinge novo recorde

Comércio cresce 0,5% e atinge novo recorde
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Combustíveis e lubrificantes contribuíram para o crescimento das vendas em março

Houve crescimento das vendas em cinco das oito atividades pesquisadas

O volume de vendas do comércio varejista do país cresceu 0,5% em março, frente a fevereiro, na série sem influências sazonais. Com esse desempenho, o setor renova o recorde que tinha atingido no mês anterior para a série histórica, que começou no ano 2000. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (13) pelo IBGE. Este é o terceiro avanço seguido, apontando um panorama de expansão, segundo Cristiano Santos, gerente da PMC: “Numa perspectiva um pouco maior, a médio prazo, nos seis últimos meses houve apenas um resultado no campo negativo, em dezembro de 2025. E mesmo assim, o resultado foi muito próximo de zero (-0,3%). Então, pode-se dizer que desde outubro de 2025 o varejo vem crescendo na maior parte do tempo”.

Houve crescimento das vendas em cinco das oito atividades pesquisadas. Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,7%), combustíveis e lubrificantes (2,9%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,9%), livros, jornais, revistas e papelaria (0,7%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,1%) apresentaram resultados positivos. Do lado negativo, ficaram as atividades de móveis e eletrodomésticos (-0,9%), e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%). A atividade de tecidos, vestuário e calçados ficou estável (0,0%) em relação a fevereiro. Na comparação entre março de 2026 e o mesmo mês do ano passado, o comércio varejista cresceu 4,0%. Todas as oito atividades pesquisadas acompanharam o crescimento.

O varejo apresentou taxas positivas em 19 unidades da Federação, com destaque para Maranhão (3,8%), Amazonas (3,7%) e Piauí (3,5%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram sete das 27 Unidades da Federação, com destaque para Bahia (-2,2%), Pernambuco (-2,0%) e São Paulo (-1,0%). A Paraíba mostrou estabilidade (0,0%). Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre janeiro e fevereiro de 2026 teve resultados positivos em 17 com destaque para Amazonas (8,4%), Roraima (5,6%) e Paraná (4,0%). 

Fonte: amanha.com.br/categoria/brasil

jorge-ruan