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Investigado por crimes contra crianças teria recorrido ao ChatGPT antes de ser preso

Investigado por crimes contra crianças teria recorrido ao ChatGPT antes de ser preso
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Um empresário de 42 anos, investigado por crimes contra crianças, teria recorrido ao ChatGPT para buscar orientação após tomar conhecimento de que poderia ser preso. As informações constam no contexto da investigação da Operação Puer Defensus, conduzida pela Polícia Civil em Sorriso.

Segundo a apuração, o investigado teria feito consultas à inteligência artificial relacionadas à culpa, arrependimento e religião. Ele também teria procurado advogados para obter orientações sobre a situação.

O empresário está preso preventivamente desde 15 de julho. Durante o avanço das investigações, outras pessoas passaram a ser investigadas e, na quarta-feira (12), uma mulher teve a prisão preventiva cumprida no Espírito Santo.

A Polícia Civil também apreendeu aparelhos eletrônicos durante o cumprimento de mandados. Os dispositivos e mídias digitais foram encaminhados para perícia após autorização judicial para quebra de sigilo.

O material será analisado para auxiliar os investigadores na apuração dos fatos e na identificação da participação de cada investigado.

A investigação segue sob responsabilidade da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher e Vulneráveis de Sorriso.

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