Pix movimentou mais de R$ 35 trilhões em 2025
Em cinco anos de operação, tecnologia consolidou-se como um dos principais meios de pagamento no país e fortaleceu agenda de segurança
Ao completar cinco anos de funcionamento, em 2025, o Pix movimentou mais de R$ 35 trilhões de reais em 80 bilhões de transações. O meio de pagamento foi utilizado por 148 milhões de pessoas, o que equivale a sete em cada dez pessoas no país, e 75% dos brasileiros possuem uma chave cadastrada. Além disso,12,8 milhões de empresas fizeram ou receberam pelo menos um Pix.
O Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira (10) a segunda edição do Relatório de Gestão do Pix, documento que apresenta os principais avanços do ecossistema entre 2023 e 2025 e as perspectivas para sua evolução nos próximos anos. De acordo com o BC, o período de 2023 a 2025 foi marcado pela ampliação dos casos de uso do Pix e por melhorias significativas na experiência dos usuários. Entre os destaques estão a expansão dos agendamentos recorrentes no Pix, a implementação do Pix por aproximação, o desenvolvimento das transferências inteligentes integradas ao Open Finance e o lançamento do Pix Automático, que passou a permitir pagamentos recorrentes mediante autorização única do usuário.
O relatório também destaca o fortalecimento da agenda permanente de segurança do Pix. Entre as medidas implementadas estão o autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução (MED), novos requisitos de prevenção a fraudes, aprimoramentos no compartilhamento de informações de segurança entre participantes e regras mais rigorosas para participação no arranjo. Essas iniciativas reforçam o compromisso do BC com a proteção dos usuários e com a integridade do ecossistema.
Quanto aos principais projetos em desenvolvimento, a agenda futura contempla iniciativas como a padronização da cobrança híbrida, que permite o pagamento de uma cobrança usando o código de barras do boleto, ou o QR Code do Pix, à escolha do pagador; novas evoluções do Pix Automático; o avanço do Pix por aproximação em ambiente sem conexão à internet; a integração com outros serviços financeiros e a ampliação dos mecanismos de prevenção a fraudes.
Fonte: amanha.com.br/categoria/economia




