PIB cresce 0,5% no segundo trimestre
O desempenho positivo foi puxado pela agropecuária no primeiro semestre
No segundo trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,5% frente ao primeiro trimestre, na série com ajuste sazonal. O PIB totalizou R$ 3,4 trilhões, sendo R$ 2,9 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões, aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgados nesta terça-feira (1) pelo IBGE.
Pela ótica da produção, destaca-se o crescimento da agropecuária (2,8%), com serviços (0,2%) e indústria (0,1%) também mostrando variação positiva. Por outro lado, houve retração nas atividades de: eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,1%), indústrias de transformação (-0,4%) e construção (-0,4%). A formação bruta de capital fixo cresceu 1,2% assim como o consumo do governo (0,4%). Por outro lado, o consumo das famílias apresentou variação negativa (-0,4%) em relação ao primeiro trimestre. No setor externo, as exportações de bens e serviços caíram (-0,8%), enquanto as importações de bens e serviços subiram 1,8% em relação ao primeiro trimestre.
Frente a igual período do ano anterior, o PIB cresceu 2% no segundo trimestre de 2026. O Valor Adicionado a preços básicos aumentou 1,9% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios avançaram 2,5%. A agropecuária cresceu 6,8% em relação a igual período de 2025. A indústria avançou 1,5%, tendo destaque as Indústrias extrativas, que subiram 12% devido ao aumento na extração de petróleo e gás. A construção também registrou crescimento (1%). Por outro lado, as atividades de indústrias de transformação (-0,9%) e eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,5%) apresentaram queda.
No primeiro semestre, o PIB cresceu 1,9% frete a igual período de 2025, com desempenho positivo na agropecuária (3,6%), indústria (1,6%) e nos serviços (1,8%). Na análise da demanda interna, considerando a comparação semestral, houve aumento de 1,1% na despesa de consumo das famílias e 2,9% na despesa de consumo do governo. A formação bruta de capital fixo apresentou estabilidade (0,0%). No setor externo, houve crescimento tanto nas exportações (5,5%) quanto nas importações (3,4%) de bens e Serviços.
Fonte: amanha.com.br/categoria/brasil




