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Empresário industrial segue pessimista

Empresário industrial segue pessimista
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O setor de farmoquímicos e produtos farmacêuticos foi o único que apresentou confiança na economia em abril

O setor de produtos de material plástico é o mais pessimista

Os resultados setoriais do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), registraram o maior número de setores industriais pessimistas desde junho de 2020. A queda em abril dá continuidade ao movimento iniciado nos meses anteriores. Em fevereiro de 2026, 21 segmentos já estavam sem confiança. Em março, esse número aumentou para 23 e continuou a crescer, alcançando 28 setores em abril. “Essa piora se refletiu nos diferentes portes de empresa, que já apresentavam falta de confiança e tiveram esse quadro aprofundado. No recorte regional, a falta de confiança aumentou em quatro das cinco regiões; apenas o Centro-Oeste registrou leve melhora no índice, mas ainda assim permaneceu abaixo de 50 pontos. Todas as regiões apresentaram falta de confiança em abril, revelando um cenário geral de pessimismo disseminado e intenso em grande parte da atividade industrial”, explica Marcelo Azevedo, gerente de análise econômica da CNI.

O setor de farmoquímicos e produtos farmacêuticos foi o único que apresentou margem positiva, com 52 pontos. Os setores menos confiantes são produtos de material plástico, com (–41 pontos), celulose e papel (–41,9), máquinas e equipamentos (–42), e metalurgia (–43,3). O recuo atingiu todos os portes de empresa pelo segundo mês seguido, com destaque para as médias empresas, que registraram recuo de 1,6 ponto. As pequenas empresas apresentaram queda de 1 ponto, enquanto as grandes indústrias tiveram redução de 0,9 ponto. Em todos os casos, a perda de confiança se aprofundou. No recorte regional, apenas o Centro-Oeste apresentou leve alta na confiança dos empresários industriais, com avanço de 0,3 ponto em abril. As demais regiões registraram queda, a mais intensa no Nordeste, com recuo de 3,4 pontos, seguido pelo Norte (-2,9 pontos), Sul (-1,7 ponto) e Sudeste (-0,3 ponto). 

Fonte: amanha.com.br/categoria/economia

jorge-ruan