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Volume de dinheiro esquecido em bancos cai em maio

Volume de dinheiro esquecido em bancos cai em maio
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A queda para R$ 6,2 bilhões ocorreu após repasse de recursos para o Desenrola Brasil

67,6% das pessoas físicas e empresas com dinheiro esquecido têm até R$ 10 para receber

O volume de dinheiro esquecido por pessoas e empresas em bancos e outras instituições financeiras caiu para R$ 6,24 bilhões em maio, segundo dados divulgados na terça-feira (14) pelo Banco Central (BC). A redução em relação aos meses anteriores, quando o montante superava R$ 10 bilhões, ocorreu após a transferência de R$ 5,7 bilhões para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), utilizado para dar suporte ao programa Desenrola Brasil.

A operação está sendo analisada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que investiga se recursos fora do Orçamento público estão sendo usados para programas federais. Segundo o Banco Central, pelo menos 10% do valor transferido permanece reservado para atender eventuais pedidos de resgate feitos posteriormente pelos titulares dos recursos. Mesmo após a transferência, ainda há R$ 6,2 bilhões disponíveis para devolução. Desse total R$ 4,4 bilhões pertencem a 24 milhões de pessoas físicas e R$ 1,8 bilhão pertence a 2,2 milhões de empresas. Qualquer pessoa física ou empresa que tenha mantido relacionamento com bancos, cooperativas, financeiras, consórcios ou corretoras pode ter dinheiro esquecido.

O levantamento mostra que a maior parte dos beneficiários tem pequenas quantias, 67,6% têm até R$ 10 para receber e apenas 2,4% dos beneficiários possuem mais de R$ 1 mil disponíveis para resgate. A consulta é gratuita e deve ser feita exclusivamente pelo SVR, do Banco Central. O procedimento é simples, basta informar CPF ou CNPJ e os dados solicitados, verificar se existem valores disponíveis, fazer login com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro e pedir a devolução conforme as orientações do sistema. O Banco Central também oferece uma modalidade de resgate automático, ela está disponível para pessoas físicas que utilizam o CPF como chave Pix.

Com ABR

Fonte: amanha.com.br/categoria/economia

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